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Capitulo 2


Ele ainda se recuperava daquele arroubo de paixão. Saia do banho devidamente limpa com os cabelos úmidos vestida em um robe de seda negro. Milo satisfeito; descansava os braços atrás da cabeça no travesseiro e saboreou a visão de sua mulher a pentear os cabelos lhe lançando ocasionais sorrisos. Já tinham feito amor naquela manha por três vezes e ainda se sentia e insaciável. Nunca se saciava de ama-la, e não entendia como podia ser tão fascinado pelo corpo daquela mulher, devia admitir que não fosse só o corpo com medidas latino-americanas. Adorava sua inteligência, fascinava-se com seu carisma. E o delicioso contraste que havia entre suas paixões e ídolos. Mas isso não impedia de deseja-la, de querer que ela estivesse sempre ao seu lado.
E quando ela veio pra lhe perguntar o que iria querer para café da manha, não se conteve e puxou para cama, prendendo, beijando-a e provocando numa intoxicante e excitante fragrância.
Ada prendeu a respiração quando ele se inclinou para uma demonstração de suscitação de prazer quase insuportável. O corpo vigoroso cobrindo-a, Milo apoiou o peso do corpo nos cotovelos enquanto suas coxas musculosas apartavam as suas, largando numa delirante possessão.
E sempre nesses momentos, a sensação pra Ada era de ir ao céu, como numa montanha russa. E as descargas elétricas que irradiavam por todo o seu corpo a cada ida mais alta.  E os primeiros tremores em prenuncio do ápice eram retardados com o ritmo mais lento aplicado por ele pra prolongar o seu prazer, quase a matava de ansiedade, excitação... E explosão. Quando tudo chegava ao ápice, às torrentes de prazer os banhavam.

E houve o habitual silencio permeado de paz e saciedade física e mental da parte de Milo. Mas por mais que Ada sentisse regozijo e sem qualquer vestígio de ânimo nos seus músculos, a insegurança de pensar que tudo aquilo poderia acabar algum dia. Como exemplo, deixar de deseja-la. Que talvez estivesse ficando velha e ele quisesse outra mais nova pra se divertir em sua cama, que buscasse outras mais experientes ou o contrario. Buscando um novo modelo pra está ao seu lado, dividir sua cama. Apesar de considerar uma coisa permanente, pois ele era italiano, suas tradições de raízes fortes, sobre os laços dos matrimonio.
Em todo caso, ela não se descuidava por isso sempre estava em dieta e sempre malhando para que não houvesse a reprovação nos olhos dele caso estivesse engordando ou com as famosas e temíveis listas de incomodo feminino; celulites, estrias, varizes, manchas na pele, etc... Mas tinha quase 37 anos, algumas delas apareciam. Apesar de que buscava não externar essas preocupações femininas a ele, pois podia dá-lo ideias sobre o assunto. E também não queria ser neurótica com isso. Tinha tantas preocupações que seria estressante cultivar essas ideias. Não era Cheia-de-dedos.

-Preciso me barbear antes que eu arranque a sua pele. – disse ao beija-la em um dos seus ombros ao sair da cama. Apesar da excitação dele beijar-lhe notou que sua pele estava vermelha no lugar onde apontou.

PRIMA COLAZIONE, o café da manha foi silencioso como sempre. Bebia seu café enquanto lia o jornal. Ela comia suas frutas frescas com granola e leite sem a mínima intensão de ingerir cafeína, a cabeça girava com ideias e esperava que Milo não tivesse esquecido a visita que iriam fazer aos pais deles. Quando apontou a questão, seu famoso arquear de sobrancelhas apareceu.
-Eu tenho muito trabalho, não posso perder tempo. – disse com frieza total.
Ela franziu o cenho.
-Se trata da sua família. Seus pais devem ter saudade de você. Já passa tanto tempo no escritório e em viagens intermináveis que eles já devem ter esquecido o seu rosto.
Ele não riu com a última sentença pra não dar corda a ela, continuou a teclar no seu Black Berry, sem realmente dar ouvidos a ela.
Se havia coisas que Milo podia detestar profundamente, além de gente incompetente, esperas e jantares maçantes, era visitar a própria família que moravam no campo. Era um vinhedo maravilhoso, envolta de uma mansão magnifica de arquitetura italiana histórica de antepassados.
 E ela sabia que de alguma forma havia certo estresse entre a família. Mas das poucas vezes que fora a sua casa, todos gostaram dela. E ela também gostara deles.
Por ignora-la, ela levantou da mesa da varanda onde tomavam café e começou a limpa-la; a empregada não trabalhava nos fins de semana, pois Ada dispensava quando ela estava em casa. Limpou a cozinha e depois começou a arrumar seu guarda-roupa. Anotava mentalmente que precisava comprar novos jeans, pois algumas peças estavam muito desbotadas.
-Tudo bem, você ganhou. Eu vou pegar as chaves do carro.
Ela sorriu sem se virar. Na maioria das vezes conseguia dobra-lo dessa maneira. Mas claro que mais tarde ele devolveria aquilo em forma de uma paixão tórrida no quarto ou em qualquer lugar da casa. Uma forma de “castiga-la”. A viagem de carro para fora da cidade era mais ou menos três horas e meia, atravessando o caos da cidade para beleza e tranquilidade dos campos. O cheiro da natureza. Fazia com que sentisse de volta ao seu lar, onde ela havia nascido e se criado, mas claro que ali era um clima diferente com vegetação totalmente diversificada do clima brasileiro.
Foram recebidos com jubilo, e ficava bastante evidente o desconforto com que Milo tinha em esta no meio da própria família, e inevitável ela não imaginar como seria ele no meio da família dela no Brasil. Afinal de contas, eles nunca estiveram lá nem antes ou depois do casamento. Contara vergonhosamente por telefone que havia se casado e fazia pouquíssimo tempo, claro que todos ficaram apreensivos. Pois, namorar pessoas de outros países era um medo, e quanto mais casar com estrangeiros!  Não sabia como eles iriam reagir, ao ver e falar com Milo, mas o maior problema seria fazê-lo tirar férias pra visitar sua família na América do sul.
Estava tão inquieta aquela noite em sua cama no apartamento em Roma, que tudo que podia fazer era ver as luzes penetrantes da cidade velha atravessando as cortinas brancas; o som dos grilos nos vasos de plantas de fora no terrário. Nas horas vagas e raras do trabalho, Milo relaxava produzindo terrários fechados e abertos com natureza que demoram a crescer e não precisam de agua frequentemente como os musgos, cactos, plantas suculentas; uma arte que ela adorava vê-lo fazer. E que nunca imaginaria que ele tivesse tamanha delicadeza. Depois o incômodo som dos ponteiros do relógio despertador. Suspirou, não conseguia pegar no sono, tinha inveja do ressonar calmo e cadenciado de Milo que dormia de bruços, vestido apenas sua calça cinza de malha. Os lençóis afastados e chutados para os pés da cama. Admirava os músculos dourados daquela pele, beijou sua nuca levantando-se para tomar um banho frio, esfriar o corpo e espantar a insônia. Sempre funcionava, mas não era a sua noite. Quando conseguiu pregar os olhos acabou por ter um pesadelo, onde via sua família, censurando-a por vários motivos e situações da sua vida, e Milo cercado por seus três irmãos mais velhos, em visível maus lençóis.

Então, você deve ser a famosa Ada?
A voz a tirou do seu devaneio trazendo-a para aquela noite de burburinho e o cheiro de canapé. Com um sorriso polido que sempre usava para as mulheres que sempre olhava primeiro de cima a baixo como fazia agora.
-Desculpa e quem seria você? – distorceu Ada docemente.
-Gabriele de Cantis, prazer. Sou uma antiga amiga de Milo.
A palavra amiga soou tão falsa quanto fosse possível.
Tudo que pode pensar. Mais uma.
-Como disse?
-Nada. Suponho que seu marido também veio à festa, estão gostando/;
A loira riu, _Oh não! Queridinha, eu sou como um pássaro. Livre. Por outro lado algumas pessoas não tem a mesma sorte.
Ela ficou se perguntando quem teria convidado àquela pequena víbora. Mas feito ela, existia em todos os lugares que ia.
Apesar de aprender a lidar com elas, lá no fundo Ada ainda se incomodava.
  Em vez de expressar o seu desprezo pela atitude da mulher, ela apenas sorriu blasé e provocou:
-Então, acha que Milo está diferente?
-Não sei.
-Você deve saber, afinal não é uma antiga amiga dele.
A outra sorriu fingida e se recompondo.
Ada foi mais ousada ainda.
-Ele parece satisfeito sexualmente?
-Oh. Deus. Você realmente... Eu não seria tão indelicada. – a mulher parecia mortalmente ofendida. Mas não sabia se ela fingia afinal as damas da alta era ensinada desde cedo a fingir e socializar e, tais eventos.
Essa, entretanto, precisou mais alguns segundo para recompor-se e dizer relutante.
-O matrimonio lhe fez muito bem, você é uma mulher de sorte.
-É. Eu sou. -Ada sorriu.
No final da noite já não sentia assim.
Ficava evidente que cada mulher no salão queria está no seu lugar, ser a esposa dedicada e assistente perfeita, onde era alvo dos cuidados e das mãos de Milo.
E o nome de Tilde falado tantas vezes àquela noite fizera sua cabeça doer.

Milo tirou o paletó, desfez o no da gravata começou a desabotoar a camisa. Ele não tirou os olhos dela e arqueou uma das sobrancelhas ao que ela não fez nenhum movimento para tirar a roupas. Em um segundo não havia a camisa, jogou-a para o lado e depois fez o mesmo com a calça.
-Esperando que eu tire as suas roupas?
-Não.
-Que pena
-Eu não quero que você me toque esta noite.
Ele desamarrou os sapatos tirou as meias e colocou as junto com a calça.
-A escolha é sua.
Não queria olhar mais para ele.
O corpo masculino perfeito, definido, pele macia. Letal para qualquer mulher, ainda ela. Precisava de segurança que ele proporcionava. O calor do abraço dele.
 Com gestos rápidos, ela se livrou da bolsa, tirou os sapatos, os brincos e os braceletes e tentou desabotoar o fecho do cordão. Os dedos passavam pelo fecho do colar, mas não conseguiam abri-lo.
_Deixe-me fazer isso para você,
Ele conseguiu fácil, e em seguida abriu o fecho éclair do vestido; em segundos o vestido estava no chão.
Por baixo, apenas uma calcinha, que ele retirou introduzindo os dedos nas laterais e deslizando para baixo.
_Milo. – o sussurrou enquanto ele acariciava cada ombro dela.
Ele passou os lábios na curva do pescoço, puxou-a para perto dele, começou a se deleitar com aquele cheiro e começaram a se beijar de forma arrebatadora. Ele passou as mãos por trás dos joelhos dela, colocou-a na cama e diminuiu a luz, era tão bom aquele jeito, apoiada no peito dele, era possível ate ouvir os batimentos cardíacos dele,
Ela segurou-o pela cintura e desmoronou quando ele passou os dedos pela coluna.
-Dormir, não é?
 Ela deteve as lagrimas antes que e pudesse perceber.
Queria ter coragem naquele momento para satisfazê-lo como ele fazia com ela e presenteá-lo com o que ele pedisse. Mas não. Estava muito magoada.


A semana transcorreu rápida com compromissos que tomavam o seu tempo de maneira que não pode pensar nas suas preocupações. Os ingressos para o Cerque do Soleil que se apresentava no cassino da cidade se esgotaram em poucos dias e segundo a critica era um show sensacional. Esplendor e glamour. Milo passou o braço pela cintura de Ada quando eles entraram no auditório. Compareceu a um jogo de tênis beneficente da empresa pra hospital infantil de queimados, onde Milo fazia questão de arrecadar fundos. Ela cuidara do cardápio, contratou Buffet, e serviços de limpeza. Naquela mesma semana preparou jantares em razão de novos contratos assinados por uma companhia chinesa e outros associados comerciais. Todos os eventos e com proposito profissional.
Entretanto um acontecimento estressante acabou por minar o frágil humor no fim de semana. Onde a maior prova de amor, colocando as necessidades de alguém importante em primeiro lugar, aceitando que tinha de ter livre escolha.
Uma mulher francesa, sua desafeta desde que tomara conhecimento das ex-namoradas e conquistas de Milo, mas uma em especial, Tilda Petit, insistia em esta sempre perto pra inflama-la, apesar de Ada fazer o máximo para não cair na da outra.
Ela não perdia tempo, e fazia de tudo para que fosse notada onde estivesse Milo. Naquela manhã, ele estava a nadar na piscina do prédio nos seus momentos de estresse, mesmo com o tempo gelado e nublado, porem a piscina era modernamente ajustável à temperatura quente, preferindo ficar dentro de casa assistindo a TV, Ada cozinhou alguns antepastos italianos e sem culpa os comeu se recusando veemente a pensar em exercícios, academia ou em qualquer coisa do tipo de esforço físico. De uma semana pesada de trabalho, tudo que queria era relaxar.
Mas depois de muito assistir um seriado, cansou-se de ficar sozinha, lavou a louça suja. E resolveu por descer, para fazer companhia a Milo, porem se sentiu terrivelmente enjoada ao ver a mulher mais detestável que teve o desprazer de conhecer, sobre a cadeira da piscina.
-Como entrou aqui, senhorita?
-É educado cumprimentar antes de qualquer coisa no nosso país._ ela fez uma cara de pena ao dizer._ Oh, me desculpe eu me esqueci, você não é italiana.
Abertamente uma critica da nacionalidade estrangeira que ela deixou passar por que já ouvira tantas no começo do casamento frequentemente pelas pessoas da empresa. Apesar da família de Milo ter receios com ela no inicio, com o tempo eles a aceitaram, assim como os seus funcionários e colegas de trabalho.
-SCUSI, mas nós não costumamos receber visitas antes das nove, por isso devo ter esquecido os meus modos em casa, assim como os seus.
A loira esbelta riu, levantando-se da cadeira de sol onde se deitara e ensaiou um sorriso falso, incrivelmente dentes brancos, prontos para despejarem veneno. Tinha pernas espetaculares para quem gostava de loiras com pernas longas e torneadas e seios generosos sob um decote altamente gritante. Artificial.
-Você não me parece bem, está incomodada com o fato de conversar com Milo, querida Ada?
Um nervo saltou no pescoço de Ada, mas respondeu com firmeza.
 -Não somos intimas, prefiro que me chame de Sra. Cavalieri. E as escolhas de amizades do meu marido são de pura responsabilidade do meu marido, não que você saiba o que é isso. Mas eu espero que tenha ficado claro, que não gosto da sua presença na minha casa sem ser convidada.
-Eu e Milo somos íntimos.
-Eram. Você é só uma conquista do passado. E agora, eu sou o presente dele.
-E quem garante que é permanente? Ele já lhe disse que te ama alguma vez? A mim quando tínhamos uma conexão poderosa, ele sempre dizia o quanto me amava, sem poupar esforços.
Ada engoliu em seco, não queria acreditar na víbora, mas ali era o seu calcanhar de Aquiles, queria ser amada por Milo de varias formas. Milo não estava ali, mas a outra parecia ter tanta certeza.
Tilda riu com a palidez da outra.
-Viu? Sinal de que ele ainda não me esqueceu, apesar de ele não demonstre que me quer de volta, embora eu ache que é uma forma patética de poupar que você sofra. Já que é de conhecimento de todas que você é uma eximia trabalhadora que se mata para o bem da companhia Cavaliere. Ele deve ter pena de você. Pois se não percebeu ainda, você não passa de uma serviçal.
Quando pensou que tirara todas as palavras da boca de Ada, foi surpreendida com a reação enérgica de palavras venenosas de igual para igual.
-Se sou apenas uma empregada, por que além de trabalhar ao seu lado eu também divido sua casa, seus votos de casamento e sua cama? Devia ser tudo que você gostaria não é, Srta. Petit? Pois afinal de contas você nada foi, além de uma aventura.
Os olhos queimaram de ódio, e a loira saiu fumegando, mas não sem antes dizer em ultimato: “Nunca se esqueça de que o coração de um homem é impossível dominar principalmente o daquele homem”.
E depois de um tempo a fitar a piscina, permaneceu em calmaria pelo o resto do dia, fato que Milo notou com pouco interesse, estava mais preocupado com seus relatórios enquanto assistia TV. Ela preferiu não dizer a ele que tivera uma discussão com a mulher, tão porque ele não mencionara o fato de que ela estivera ali. Um homem podia ter suas aventuras, mas o seu marido não podia fazer isso com ela, por isso resolveu não fazer perguntas a ele.
Devido ao fuso horário, conseguiu ligar para sua família no horário do almoço no Brasil. E como uma pessoa ansiosa, movimentou-se na cozinha preparando um jantar rápido de salada Parma, e um Penne ao molho com manjericão. Não era nada especial, apenas pra se distrair, por que estava nervosa. Milo comeu o antepasto de repente interessado na conversa alegre de Ada ao telefone. Dava pra ouvir da cozinha, suas palavras calmas, num português extenso que ele nunca vira empenhar com ele. Revezando entre trabalhar, tentar assistir a TV e encantado como ela parecia natural com alguém no telefone. Irritado ele não aguentou. Levantou-se marchando à cozinha, parou ao ver que ela estava olhando o balcão da cozinha fixamente, e teve a leve impressão de que seus olhos estavam úmidos. Mas disfarçou quando o notou no umbral da porta.
-Quem era?
Ela pôs os pratos na maquina lava-louça e apressada sem importância respondeu:
-Ninguém em especial.
-Se não era ninguém em especial, porque parecia tão animada? – tom acusador.
-Eu não posso conversar com quem eu quiser no telefone, agora?
-De forma alguma, eu só fiz uma pergunta apenas. – murmurou suavemente, mas seus olhos a secando interrogativamente.
Sentia-se ofendida, ele podia receber uma vadia em sua casa, e ela não podia dar um simples telefonema para sua família? Claro, ela não havia contado de quem se tratava, mas ela tinha direitos iguais aos dele.
Desde esse dia, Ada se policiou sobre questões duvidosas sobre o que seu casamento significava. Trabalhava muito como de costume, voltava para casa, em constante movimento fazia o jantar ou algo leve, ligava noites alternadas para sua família. E mal sabendo que quando fazia isso os olhos de Milo queimavam suas costas. Ciúme. Um sentimento desconhecido para o homem imponente com Milo Cavalieri. Mas ele se negava admitir. Nunca tivera motivos para sentir isso, quanto mais com Ada. Era uma mulher bonita, mas ninguém se atrevia a trata-la com desrespeito na sua frente; porem estava ali o sentimento, que corrói o ser humano o tornando irracional.

E por mais que o sexo estivesse bom, pra não dizer magnifico, havia perdido uma coisa que ele não sabia o que era. Ela se tornava pensativa depois de todo o suor e corpos se chocando. Mas ignorou, devia está próximos daqueles dias.


continua...

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